Alunos Marista distribuem lanches a pessoas em vulnerabilidade social

Turma do 5.º ano do Ensino Fundamental do Marista Santa Maria, em Curitiba, dá exemplo de solidariedade e amor ao próximo

Quando se fala em promover uma educação transformadora, ela deve necessariamente englobar aspectos sociais e romper fronteiras, fazendo com que alunos aprendam a enxergar as possibilidades e diversidades do mundo, bem como potenciais de ação que eles próprios têm.

É nisso que os Colégios Marista acreditam, e cotidianamente os estudantes dão provas de que os objetivos têm sido alcançados, como mostra, desta vez, a turma do 5.º ano do Ensino Fundamental do Marista Santa Maria, em Curitiba. Mesmo tão pequenas, as crianças deram um exemplo de solidariedade e amor ao próximo, reconhecendo e agindo para mudar uma realidade complexa: a fome.

Com a iniciativa delas próprias, surgiu o projeto de Intervenção Social (PIS) Por uma moradia digna, que arrecadou alimentos e materiais para ajudar a compor 200 pedaços da torta salgada e 245 pedaços de bolo no Restaurante Mesa Solidária Rui Barbosa, em Curitiba, na tarde de 26 de outubro – 175 pessoas se serviram e repetiram os lanches até que todos fossem finalizados.

Os alunos ainda expressaram seus sentimentos em cartinhas ou desenhos nas embalagens que foram entregues, ajudando a dar ainda mais emoção à iniciativa.

A cidade conta com o Mesa Solidária, restaurante solidário em parceria com redes como o Mulheres do Bem que distribui gratuitamente refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Mas o olhar afetuoso dos alunos ajudou a somar forças e aumentar o total de refeições distribuídas.

Solidariedade e educação andam lado a lado na sala de aula

Toda a rede docente do Grupo Marista incentiva e estimula ações como essa. E quando elas ocorrem espontaneamente, é uma ótima chance de aproveitar o olhar tão sensível e empático das crianças diante do problema da vulnerabilidade social e econômica, buscando trabalhar de modo interdisciplinar essas temáticas – afinal, as experiências cotidianas são atravessadas por diversos aprendizados.

Nessa ação “Por uma moradia digna”, os alunos puderam misturar emoções e significados ainda mais afetivos aos saberes de biologia, matemática e interpretação de texto, desenvolveram o pensamento crítico, testaram experimentos químicos e desenvolveram noções de planejamentos logísticos: parece muito complexo?

Tudo isso ocorreu apenas organizando e testando receitas, conhecendo cardápios e explorando nutrientes, bem como ajudando no planejamento dos lanches distribuídos. Essa é a prova de que os conhecimentos da sala de aulas atravessam todos os dias a rotina dos pequenos. E quando são trabalhados de forma afetiva, é ainda mais significativo e expressivo o aprendizado.

Fonte: Grupo Marista.