Compostela promove livro sobre os direitos das crianças

Livro “Derechos del niño. Visión Compartida” (“Direitos da criança. Visão partilhada”) é lançado pelo Instituto de Estudos Maristas da Universidade Pontifícia de Salamanca 

O livro “Derechos del niño. Visión Compartida” (“Direitos da criança. Visão partilhada”) do Instituto de Estudos Maristas da Universidade Pontifícia de Salamanca foi apresentado no dia 13 de dezembro. Jacinto Escudero e Manuel Mendoza, editores, recolheram a opinião de 45 especialistas sobre o tema do Direito das Crianças, uma visão ampla da Convenção aprovada pelas Nações Unidas em 20 de novembro 1989. Os autores são de 13 diferentes nacionalidades.

O livro tem como objetivo contribuir para que as crianças sejam consideradas pessoas com direitos próprios; direitos, estes, dos quais as próprias crianças (e não os adultos) são os verdadeiros protagonistas. Ao mesmo tempo, o texto enfatiza a necessidade de equipar os menores com ferramentas para que se tornem cidadãos que conhecem os seus direitos e os seus deveres.

Provincial de Compostela, Ir. Tomás Briongos, esteve presente na apresentação. Ele destacou que os menores não são sujeitos passivos no que diz respeito às normas que ditam os seus direitos, “mas que devem ser encarados de igual para igual”. Para isso, tem sido estimulada consideração da opinião das crianças e o lançamento de iniciativas nas escolas, como, por exemplo, a que foi desenvolvida pelos Irmãos Maristas, “Levanta-te, pensa e participa”, que é “fundamental para que se reconheçam os direitos das crianças e as próprias crianças como sujeitos ativos”, frisou.

Jacinto Escudeiro, um dos editores, destacou que os futuros professores têm uma responsabilidade muito importante para que os direitos das crianças sejam atuados. Por isso, o libro busca ser um recurso necessário para os profissionais da educação: “Atualmente, no mundo existem 450 milhões de crianças que vivem com menos de € 1,90 por dia. Originalmente, todos concordam em cumprir os direitos do menor, outra coisa é que seja cumprido”, insistiu.

Fonte: Maristas de Champagnat.